O Vício da Internet

29 dezembro, 2005    Categoria: Blah blah blah   10 Comentários »  

Pesquisadores dos Estados Unidos já afirmam que da mesma forma como há dependentes de drogas, uma pessoa também pode ser viciada em internet, o que especialistas consideram um “problema psiquiátrico”. A doentia fixação pela rede foi diagnosticada como “distúrbio de dependência da internet”, e segundo cálculos entre 6% e 10% dos 189 milhões de americanos usuários de computador sofrem do mal.

Segundo a agência de notícias Efe, a psiquiatra Hilarie Cash, de um centro de serviço especializado em dependência de computador/internet da Universidade da Pensilvânia, verificou que um os principais sintomas do distúrbio é a constante preocupação por “estar conectado”, assim como mentir sobre o tempo que passa navegando na rede e sobre o tipo de conteúdo visualizado. Outros sinais do vício são isolamento social, dor na coluna e aumento de peso.

De acordo com outra especialista, a pesquisadora Kimberly Young, “se o padrão de uso da internet interfere no cotidiano ou tem impacto nas relações profissionais, familiares e com amigos, “há algum problema”.

Em Bradford, na Pensilvânia, Kimberly Young fundou o Centro de Dependência Online, onde há um grupo de apoio a “cyberviúvas”, ou seja, esposas de viciados em relações amorosas, pornografia ou apostas via internet. Para Kimberly, os “cyberadictos” preferem o prazer temporário a relações íntimas e profundas.

Também chamado e “internet-dependência” e “internet-compulsão”, esse vício é verificado através de um comportamento de uso da internet que afeta a vida normal, causando estresse severo e afetando o relacionamento familiar, social e profissional.

Os viciados em internet costumam, segundo os especialistas, entrar em um círculo vicioso, já que a perda de auto-estima cresce na medida em que aumenta o vício, o que, por sua vez, eleva a necessidade de fugir da realidade e se refugiar na rede.

Segundo Hilarie Cash, os cyberviciados tendem a padecer de outros males psicológicos como depressão e ansiedade, ou a superestimar problemas familiares e conjugais. E, de acordo com pesquisas realizadas por psiquiatras especializados, mais de 50% dos viciados na rede também são dependentes de drogas, álcool, tabaco ou sexo.

E você, é viciado em quê?

…e daí?

18 dezembro, 2005    Categoria: Blah blah blah   11 Comentários »  

feliz, muito felizAcabo de ler a Veja. E, vejam só, a Ana Carolina admitiu o inadmissível (ainda, para a sociedade) e óbvio pra quem acompanha sua carreira: gosta de meninas e meninos. Mas é leve, o texto. Tão leve quanto a forma como a moça encara o assunto e penso que será um tanto útil pra os enduvidados.
Gostei mesmo da suavidade com que a moça encara o papo; Ana carolina não empunha bandeira. Penso estar aí a tal utilidade. Se ela, como cantora e compositora, não precisa viver divulgando sua forma de compor, seus métodos de tratar e manter a voz ou o que costuma comer no almoço, também não tem a obrigação de sair pela rua gritando ao mundo que é Bi. Mas é. E Bi-linda também, aliás uma das criaturas mais bonitas da música brasileira.

sem bandeirasA forma suave de Ana Carolina encarar o assunto vem desde que resolveu assumir seu comportamento, aos 16 anos, quando ela tomou a decisão de contar para a mãe que se sentia diferente das amigas.
“Fiz isso de supetão. Estávamos falando de um assunto qualquer e eu soltei a confissão, como se não fosse nada. -’Mãe, eu gosto de homens e de mulheres. Dá para a senhora me passar aquele negócio ali, por favor?’” Poderia ser mais natural? Não mesmo. Tão natural quanto ter regravado “Eu Gosto de Mulher” do Ultraje a Rigor. A questão parece ser tão clara e usual para ela quanto a escolha do repertório de um show.

Atitudes como a de Ana Carolina atraem dois tipos de oposição: sua maneira de falar de sexo parece ultrajante para os conservadores, mas também incomoda muitos homossexuais aguerridos, que gostariam de vê-la empunhando a tal bandeira do arco-íris. Mas concordo que esse suposto e desnecessário engajamento sempre acaba levando a um estereótipo igualmente inútil e com cheiro de rótulo. A moça está acima disso tudo, ao que parece.
E dá ainda pra afirmar que ela não é como os de mente aberta e libertinos que vagam por aí, hoje em dia; é uma verdadeira “open-minded”. Admite que se aparecer um homem e ela se apaixonar, casa de véu e grinalda.
Mandou bem, a garota. Sem rótulos, sem bandeiras e feliz.
E linda, linda mesmo…

Sem rótulos

Renata Maneschy: Uma campeã!!!

13 dezembro, 2005    Categoria: Blah blah blah   4 Comentários »  

(enquanto esperamos, morremos)

narciso sabe
e por certo bem diria:

não se vive a
mesma vida duas vezes

sequer se vive
o mesmo dia…

…então façamos um pacto
que haja negócios
entre nós

se minha vida ou a sua
é mera questão de arte

não podendo ir a lua
fico aqui e vôo a-marte
Carlos Willian

E a Tata voará além de Andrômeda! Sua qualidade é indiscutível, além de ser campeã da vida; e na vida
Fiquei só esta noite. Funcionários dispensados, cancelei jantar, o cliente volta amanhã. Tudo porque o momento é de refletir a presença da Tata em minha vida. Aproveito e curto o silêncio pra que a sua presença junto a mim se iconize. O mesmo silêncio que, neste momento, me dá forças espirituais pra enviar-me até o seu lado.
Estivemos juntos esta noite no pódio do amor, do companheirismo, da satisfação. A Renata Maneschy merece todos os prêmios. Eu já tenho mais que mereço.

Tata: meu prêmio é você…
Te amo.



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O autor

Perfil de Eduardo Tetera Eduardo Tetera é um andaluz Mestre em PsicoPedagogia e especializado em Etimologia de Línguas Ocidentais.
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