Bolivianos querem que Coca-Cola mude de nome
17 março, 2007 Categoria: Blah blah blah 2 Comentários »
Cultivadores e comerciantes bolivianos de folha de coca querem que a Coca-Cola deixe de usar o nome da “folha sagrada” em seus produtos e que a planta seja declarada patrimônio do povo boliviano.
Para isso, líderes dos produtores, comerciantes e consumidores da folha formaram a Comissão da Coca, entidade que pediu à Assembléia Constituinte do país que o produto seja preservado e incorporado ao brasão nacional boliviano.
Ao mesmo tempo, a tal Assembléia andina pediu que a coca fosse retirada da lista da Convenção Única de Entorpecentes das Nações Unidas.
Mais fácil a Bolívia passar a se chamar Peru do Sul.
O que é que custa quase R$ 6.000,00 por litro e não é nem de beber ?
16 março, 2007 Categoria: Blah blah blah 3 Comentários »
Resposta: Tinta de Impressora !!!
Já fez o cálculo?
Já nos acostumamos com tantos roubos e furtos que ninguém reclama mais…
Vejam o que estão fazendo conosco:
Há não muito tempo atrás, as impressoras matriciais eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, o mercado matricial doméstico mudou, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade dessas novas impressoras.
Aí veio a grande sacada dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos ainda mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora.
Veja o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
Exemplo:
Uma HP DJ3845 é vendida nas principais lojas por R$170,00. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido) fica em torno de R$130,00. Você vende a sua impressora semi-nova sem os cartuchos por uns R$90,00 (pra vender rápido), junta mais R$80,00 e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica, e ainda economizará R$50,00 !
Os fabricantes fingem que nem é com eles, dizem que é caro por ser tecnologia de ponta…
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a diminuir a quantidade de tinta (mantendo o preço, óbvio).
Um Cartucho HP, com míseros 10ml de tinta custa R$55,99. Isso dá R$5,99 por mililitro. Só para comparação: Um Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa R$1,29 por mililitro.
Pra piorar, as impressoras HP1410, 3920 que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!!!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida por R$75,00.
Fazendo as contas: 5,5 ml = R$75,00
1.000ml = R$13.575,00 (181 cartuchos)
R$13.575,00 por um litro de tinta colorida? É um assalto!!!
Com este valor podemos comprar pelo menos 300gr de OURO.
Valeu, Jorge.
Não me interessa.
15 março, 2007 Categoria: Filosofia barata 2 Comentários »
Não me interessa o que você faz para viver.
Eu quero saber aquilo que você mais deseja, e se ousa sonhar e satisfazer os anseios do seu coração.
Não me interessa quantos anos você tem.
Eu quero saber se você se arriscará parecer tola por amor, por seus sonhos, pela aventura de estar viv.
Não me interessa que planetas estão quadrando a lua.
Eu quero saber se você atingiu o centro de sua dor, se já foi marcada pelas traições da vida ou se tornou encolhida e fechada pelo medo de dores mais profundas!
Eu quero saber se você pode se sentar com a dor (minha e a sua própria), sem tentar esconder, dissipar, ou remediar essa dor.
Eu quero saber se você pode estar com a alegria (minha e a sua própria), se pode dançar com loucura e deixar o êxtase preenchê-la até as pontas dos pés e das mãos, sem alertar-nos para sermos cuidadosos, realistas ou lembrar-nos das limitações de sermos humanos.
Não me interessa se a história que você está me contando é verdadeira.
Eu quero saber se você consegue desapontar o outro para ser verdadeira com você mesma, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua própria alma.
Eu quero saber se você consegue ser descrente e, assim, confiável!
Eu quero saber se você consegue ver a beleza mesmo quando não são belos todos os dias, e se você consegue alimentar sua vida através dessa presença.
Eu quero saber se você pode conviver com o fracasso, seu e meu, e ainda erguer-se à beira do lago e gritar para o prateado da lua: - Sim!
Não me interessa saber onde você viveu ou quanto dinheiro você tem.
Eu quero saber se você consegue se levantar após uma noite de mágoa e desespero, abatida e machucada até os ossos, e fazer o que dever ser feito pelas crianças.
Não me interessa quem você é ou como chegou aqui.
Eu quero saber se você permanecerá no centro do fogo comigo sem recuar.
Não me interessa onde, ou o que, ou com quem você estudou.
Eu quero saber o que te sustenta internamente quando todo o resto desmorona.
Eu quero saber se você consegue ficar sozinha consigo mesma, e se você realmente gosta de sua companhia nos momentos vazios…
Sonhador da Montanha Oriah, maio de 1994
