Os Primeiros Anos
Eduardo Tetera nasceu em Algeciras, cidade situada em Cádiz, a 3ª maior província da Comunidade Autônoma de Andalucía e, como um andaluz irrequieto, venceu o Atlântico e pisou em terras brasileiras.
Após enfrentar o rigoroso inverno de Bagé-RS, aportou em praias cariocas quando corria o verão de 1982.
Investido do espírito de Gitano Andalú, andarilhos por natura, conheceu e/ou viveu em quase todos os estados do país, só lhe faltando ver as plagas amazônicas (talvez por estarem a meio caminho do Caribe, o que segundo ele próprio seria um ‘perigoso convite’ a viver à beira-mar nas Caraíbas).
Na largada dos anos 90 graduou-se em Pedagogia, pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Minguavam as idéias de fim de século mas ventavam os novos ares do início do milênio, quando o Professor Eduardo se lançou à estrada outra vez. O destino? A cidade de Santiago, onde iniciou sua nova graduação em Psicologia pela Pontificia Universidad Católica de Chile.
Logo no início dos estudos na Bernardo O’Higgins, onde convivia a maior parte do tempo com gente do Chile, descobriu algo fascinante: os chilenos são primos andaluzes não tão distantes! Afinal sua fala é bem próxima das corruptelas faladas em Jerez de La Frontera ou em Sevilha.
Hoje, Eduardo Tetera vive no Recreio dos Bandeirantes, e frequenta a Praia da Macumba sempre que pode (e quando não pode vai assim mesmo).
Ensino Médio
O professor Eduardo tem preparação essencialmente pedagógica.
Terminou os estudos do ensino médio e, não satisfeito com o diploma de Contabilidade (que, segundo ele, “é mais chato que contar história pra crianças”) resolveu fazer o Curso Normal, herdando profissão materna e formando-se pela 1ª vez como homem de ensino.
Formação Superior
Após a Licenciatura em Pedagogia (UFF), concluiu também o Bacharelado em Psicologia, Pós-graduação em Psicopedagogia e alcançou o Mestrado, com título de Mestre em Psicologia Educacional (Universidad Católica de Chile).
Profissional da Educação
Um andarilho andaluz (assim como o Cão de Buñuel e Dalí) precisa absorver algo das culturas que visita.
E assim tem sido desde sempre com o Mestre Eduardo Tetera. Ele percebeu sua aptidão à prática e ensino de idiomas bem cedo, quando ainda vivia em terras sob domínio do Rei Dom Juan Carlos I.
Idiomas
Antes mesmo de chegar ao Brasil já dominava o idioma português como um toreador que vence o Toro de Osborne (ainda que necessite corrigir erros e fazer reciclagens de língua portuguesa até hoje). Sua aptidão para línguas diversas somada à formação acadêmica fez com que fosse aprovado em exames de avaliação de proficiência como TOEFL e DELE, especializando-se em Etimologia de Línguas Ocidentais. Estudou também alemão, idioma que lhe rendeu aprovação e alguns trabalhos para o Instituto Goethe. Foi quando descobriu que Caetano Veloso é que tinha razão:
…só é possível filosofar em Alemão”
Empresa e Consultores
Os idiomas já haviam entrado pela veia.
Após os anos chilenos, onde entrou em contato com o turismo internacional e a exportação de produtos para vários países, Eduardo Tetera concluiu sua Gira Gitana e, em 1997, lançou sua própria empresa: a Tetera Consultoria & Idiomas, voltada para consultorias particulares e empresariais, (ensino de idiomas e traduções), assessoria em Relações Internacionais e comércio exterior.
A Tetera Idiomas continua ativa (em 2008) e com uma carteira de clientes de ensino e tradução de documentos que vai de Petrobras a Fundação Getúlio Vargas, passando por alunos que pretendem viajar a países de língua estranjeira e empresas que mantêm relações com clientes de países nas 6 línguas alvo da consultoria:
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Sua equipe de consultores inclui profissionais de educação e idiomas, bem como tradutores técnicos e juramentados. Todos nativos de países com o idioma alvo.
Blogs e Literatura
Eduardo Tetera nunca plantou uma árvore, mas tem uma filha e até meados dos anos 90, já havia publicado 2 livros: o 1º foi uma compilação de poesias e o 2º reunia algumas crônicas e ensaios sobre assuntos do relacionamento humano.
Como ninguém havia lido essas publicações, o Mestre resolveu falar para outra audiência. No inverno de 2002, voltando de uma viagem de trabalho a Londres, confirmou que o fenômeno da Internet já havia impregnado o mundo e decidiu publicar suas idéias em formato de Blog.
Nascia o Inconsciente e-Coletivo. Com o obejtivo inicial de reunir e publicar, gratuitamente, as mesmas crônicas lançadas em livro anteriormente. Hoje o blog alcança 5 anos de vida, e já demonstrou ser hiperativo como o pai/criador. Pudera, afinal, um cão andaluz não ladra em vão.
