Tecnologia

Claro quer incentivar o uso de mensagens SMS

A Claro quer aumentar o consumo de mensagens de texto (SMS) por seus clientes.
Para incentivar o consumo deste produto, a operadora reduziu em 50% no preço de mensagens de texto enviadas por seus clientes durante a madrugada.
Com a promoção, que vale até 31/7, cada SMS custará 15 centavos de real.
O horário de 0h às 7h59min foi escolhido para atingir jovens que marcam encontros em festas.
O serviço de mensagens de texto já é o mais utilizado pelos clientes da operadora atualmente.
No entanto, ainda há muito espaço para o crescimento do uso do SMS. Uma comparação entre as diferentes empresas do grupo América Móvil – do qual a Claro faz parte – mostra que a média de uso mensal de mensagens de texto no Brasil está muito abaixo da utilização em outros países da América Latina. O tráfego de SMS é alto, mas o número de mensagens enviadas por mês por usuário é baixo, quando comparado à América Latinaa.
No Brasil, a média mensal é de sete mensagens enviadas por usuário, contra 100 na Argentina e 60 no México. A avaliação da Claro é que é possível atingir a marca de 20 mensagens de texto por cliente, ao mês.
Ao incentivar o uso desta ferramenta, a intenção da Claro é catequizar o cliente no serviço de dados mais básico disponível no celular, fazendo com que o usuário comece a experimentar aplicações que vão além da voz. As pesquisas mostram que o usuário de dados usa mais o celular como um todo, usa mais voz, mais dados, mais SMS.
Serviços de dados têm destaque no resultado financeiro das empresas de telecomunicações, devido ao crescimento acelerado que vêm obtendo nos últimos anos, principalmente por conta do avanço nas vendas de banda larga móvel.
Os últimos dados divulgados pela América Móvil, referentes ao primeiro trimestre de 2009, indicam que esses serviços representam 11,1% das receitas de serviços da Claro. Há um ano, este percentual era de 7,1%. Segundo o grupo do setor de telecomunicações, essa fonte de receitas vem experimentando um avanço rápido, de 70,9% ano-a-ano.

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